Penso que o que tem que ser vai ser.
A gente está aqui, pisando na terra e não se sabe para onde vamos e nem de onde e por que viemos. Isso pode ser um pensamento pessimista ou otimista, depende do ângulo do olhar.
A maior parte dos nossos medos e frustrações se deve a isso, eu acho, por exemplo: não sabemos o que vai acontecer no próximo segundo, mas sabemos que ele depende do que é feito agora, mas mesmo assim temos incerteza e medo dele (do futuro). Também, às vezes queremos mudar ou não ter feito o que já foi, isso é cortante porque não podemos fazer nada, é impossível. Mas temos então o presente, que geralmente vivemos como uma perspectiva ou como uma retrospectiva. Assim: estamos agora atolados no passado ou produzindo para o futuro.
Eu penso que vale a pena viver o presente.
Por favor, não faça isso com você e nem comigo, eu quero estar em você, mas quero estar em mim também. Pode parecer viajem, mas o amor (o gostar ou curtir, sei lá) deve ser em liberdade, mas não liberdade física só, mas sim, liberdade mental. Quando estamos gostando, estamos a maior parte do tempo com o pensamento no elemento do nosso amor, existem pessoas que amam o trabalho vivem para aquilo e por aquilo, outros amam esporte, outros amam alguém, outros amam música, as drogas, a política, etc. Está certo que temos necessidade disto, mas deve ter um meio termo para gerar um equilíbrio, acho que devemos ter vários AMORES, mas falo de AMORES como elementos que vem compor nossa vida, não como uma só pessoa que se torna a nossa vida onde ficamos alienados.
De todos os AMORES, acho que com certeza o elemento humano é o mais fascinante é aquele em que mais nos apegamos e ao qual somos mais devotos, ele é também, talvez, o único que tem livre arbítrio entre nossos AMORES, assim: a música por exemplo, vai ter sempre a mesma melodia e o mesmo compasso quando nós formos lhe escutar, mas uma outra pessoa não, é imprevisível e ai está um problema.
Só escrevi viagem aqui, mas você me deixou sem palavras com o teu e-mail. Eu acho que devemos curtir para caralho o que nós estamos vivendo e abrir nossas mentes, para não sermos prejudicados por nós mesmos. Quero te dizer, com toda a sinceridade e do fundo peito, que eu sempre gostei de você, desde muito tempo atrás sempre me senti e me sinto bem contigo. Espero que você entenda a forma que quero deixar rolar para nós.
Com liberdade.
Besus...
A gente está aqui, pisando na terra e não se sabe para onde vamos e nem de onde e por que viemos. Isso pode ser um pensamento pessimista ou otimista, depende do ângulo do olhar.
A maior parte dos nossos medos e frustrações se deve a isso, eu acho, por exemplo: não sabemos o que vai acontecer no próximo segundo, mas sabemos que ele depende do que é feito agora, mas mesmo assim temos incerteza e medo dele (do futuro). Também, às vezes queremos mudar ou não ter feito o que já foi, isso é cortante porque não podemos fazer nada, é impossível. Mas temos então o presente, que geralmente vivemos como uma perspectiva ou como uma retrospectiva. Assim: estamos agora atolados no passado ou produzindo para o futuro.
Eu penso que vale a pena viver o presente.
Por favor, não faça isso com você e nem comigo, eu quero estar em você, mas quero estar em mim também. Pode parecer viajem, mas o amor (o gostar ou curtir, sei lá) deve ser em liberdade, mas não liberdade física só, mas sim, liberdade mental. Quando estamos gostando, estamos a maior parte do tempo com o pensamento no elemento do nosso amor, existem pessoas que amam o trabalho vivem para aquilo e por aquilo, outros amam esporte, outros amam alguém, outros amam música, as drogas, a política, etc. Está certo que temos necessidade disto, mas deve ter um meio termo para gerar um equilíbrio, acho que devemos ter vários AMORES, mas falo de AMORES como elementos que vem compor nossa vida, não como uma só pessoa que se torna a nossa vida onde ficamos alienados.
De todos os AMORES, acho que com certeza o elemento humano é o mais fascinante é aquele em que mais nos apegamos e ao qual somos mais devotos, ele é também, talvez, o único que tem livre arbítrio entre nossos AMORES, assim: a música por exemplo, vai ter sempre a mesma melodia e o mesmo compasso quando nós formos lhe escutar, mas uma outra pessoa não, é imprevisível e ai está um problema.
Só escrevi viagem aqui, mas você me deixou sem palavras com o teu e-mail. Eu acho que devemos curtir para caralho o que nós estamos vivendo e abrir nossas mentes, para não sermos prejudicados por nós mesmos. Quero te dizer, com toda a sinceridade e do fundo peito, que eu sempre gostei de você, desde muito tempo atrás sempre me senti e me sinto bem contigo. Espero que você entenda a forma que quero deixar rolar para nós.
Com liberdade.
Besus...
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